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Sofá Tapete Cortina - Como Combinar

Por: Emerson
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Eles compõem o trio mais importante da sala e determinam o estilo do ambiente. Fazer boas escolhas, portanto, é meio caminho andado para um resultado de sucesso. Os três também costumam consumir a maior parte do investimento reservado à decoração, o que só aumenta a necessidade de uma seleção cuidadosa. Para ajudar você, apresentamos seis salas assinadas por arquitetos e decoradores e desvendamos os segredos de suas combinações bem orquestradas. Aproveite ainda as sugestões de compra de sofás, tapetes e tecidos para cortina, inspiradas no visual de cada espaço.

Basta olhar a foto para não restar dúvida: o elemento mais forte da sala é o tapete. “A estampa gráfica e graúda é uma ousadia e, para que ela pudesse acontecer, o projeto partiu de itens muito básicos”, conta a arquiteta Fernanda Abs, autora da decoração com o sócio, Fred Benedetti. A primeira escolha foi a dupla de sofás de linho branco. “Gostamos de estofados neutros, que abrem inúmeras possibilidades de combinação”, diz a arquiteta. Em seguida, veio a definição da cortina, que, segundo Fernanda, está na justa medida entre simplicidade e sofisticação. “Simples não quer dizer simplório. Escolhemos um linho de qualidade, usamos bastante tecido para dar volume, fizemos uma barra de 50 cm de altura e criamos uma caixa, que serve de moldura. Tudo isso confere importância à peça.”
 


A criação desta sala trilhou um caminho pouco convencional, pois teve início com a seleção do tecido da cortina. “Queria colocar um elemento de impacto no ambiente. O veludo cor de vinho cumpre esse papel, além de resolver um problema: ele esconde a vista para a casa do vizinho”, diz a designer de interiores Luciana Penna. Quando os moradores desejam deixar o espaço mais iluminado, recolhem a cortina e mantêm fechado apenas o forro de gaze de linho. Para evitar que o tom escuro tornasse o visual pesado, Luciana optou por um sofá claro, de algodão tramado creme. O tapete chegou por último. “Experimentei vários até encontrar o modelo ideal. Este kilim tem uma estampa geométrica interessante, tamanho proporcional ao espaço e suas cores puxam o vinho da cortina e o azul das cadeiras.”
 


Na seleção dos tecidos desta sala, as designers de interiores Andréa Bugarib, Betina Barcellos e Karina Salgado aplicaram uma receita que funciona: as tramas têm harmonia de tons e variedade de texturas. “O veludo da cortina e o linho do sofá ficam dentro da gama do verde-fendi, mas o toque dos dois é diferente. Assim, o visual se torna mais elaborado e escapa da mesmice”, explica Andréa. Para não destoar, o forro de voal da cortina, em vez de ser branco, puxa para o creme, o que propicia uma transição suave de cores. O tapete listrado, que finalizou a composição, também foi eleito porque suas tonalidades falam com o restante do ambiente. “Sempre que usamos um modelo com estampa, ele traz no desenho alguma cor que combine com o sofá. Neste caso, são as listras esverdeadas.”
 


Cortina e parede costumam seguir o mesmo tom nos projetos do arquiteto Antonio Ferreira Jr. “Acho que a função da cortina é vestir a parede, sem ser um elemento de grande destaque. Por isso, prefiro diluí-la na cor aplicada à alvenaria”, afirma. Após resolver que a janela de sua sala seria fechada por um voal branco, o arquiteto tratou de compor a parceria entre sofá e tapete. “Digo que essa dupla precisa ‘conversar’ nos tons e na trama. Neste caso, optei por um chenile verde-fendi para o estofado e por um tapete de lã em uma tonalidade mais baixa dessa cor. O objetivo foi clarear o piso do apartamento, que é de madeira escura”, ensina. Com uma estampa gráfica que remete ao modernismo, o tapete desempenha ainda o papel de reforçar o estilo vintage que perpassa o ambiente.
 


O casal de moradores queria uma sala contemporânea e tinha especial predileção pelos tons escuros. Com base nessas informações, as arquitetas Lilian Melo, Flávia Wahba e Patsy Rieper montaram uma paleta de cores do ambiente, já incluindo amostras do veludo da cortina e do linho dos sofás. “As sugestões foram apresentadas a eles acompanhadas de um layout do ambiente e de fotos dos móveis”, conta Patsy. Aprovadas as primeiras opções, a definição do tapete precisou de mais algumas conversas. “Como estávamos trabalhando com tonalidades neutras, mas pouco luminosas, e com um visual bem moderno, a ideia era trazer um tapete que clareasse o espaço e criasse um contraste de estilos”, diz Patsy. Ao experimentar alguns modelos no local, o casal se encantou por este aubusson antigo.
 


A decoração começou pela escolha dos sofás: confortáveis, espaçosos e revestidos de lã em um tom chique, entre o bege e o cinza. “Esta sala é generosa e pede móveis grandes. Quando trabalho com peças volumosas, prefiro que elas sejam de uma cor neutra”, diz a designer de interiores Marília Brunetti de Campos Veiga. Com uma amostra do tecido dos estofados em mãos, ela procurou um tapete de tonalidade o mais próxima possível. Encontrou-a em um modelo de náilon, feito sob medida. “Acho que o tapete nunca pode ser totalmente branco, pois deixa a sujeira aparecer. Além desse cuidado, sempre seleciono materiais laváveis”, explica. A cortina é de tafetá de seda, em uma gradação mais clara do tom predominante. “O trio compôs uma base versátil, que permite ousar nos demais tecidos e acessórios.”
 


 

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